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Federação Italiana reduz medidas necessárias para parar jogo por racismo

Kalidou Koulibaly durante jogo entre Napoli e Inter de Milão - Marco Bertorello / AFP
Kalidou Koulibaly durante jogo entre Napoli e Inter de Milão Imagem: Marco Bertorello / AFP

30/01/2019 12h55

Roma, 30 jan (EFE).- A Federação Italiana de Futebol (FIGC) anunciou nesta quarta-feira (30), que irá mudar a regulamentação de medidas contra o racismo nos estádios, e que, depois do primeiro aviso do sistema de som, caso persista a manifestação, os times poderão voltar aos vestiários.

A entidade divulgou a decisão depois de reunião do Conselho Federal, realizada em Roma.

Caso este tipo de ação de ódio aconteça pela primeira vez arquibancada, além do alerta para os envolvidos, o árbitro do jogo deverá reunir as equipes no centro e informar que se a situação persistir, todos deverão sair de campo.

A medida reduz os passos necessários para a suspensão de um jogo, em caso de manifestações racistas. Antes, estava previsto que houvesse dois avisos no sistema de som, antes da ida para o vestiário de equipes e trio de arbitragem.

O que permanece é que um membro da ordem pública, presente nos estádios, seguirá sendo responsável por detectar manifestações racistas e informar a organização do jogo.

A decisão vem depois de polêmica envolvendo o zagueiro senegalês Kalidou Koulibaly, do Napoli, que foi xingado durante o jogo com a Inter de Milão, no estádio San Siro. O jogador e sua equipe pediram a paralisação da partida, o que não aconteceu. EFE

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